Os Agentes Inteligentes estão, cada vez mais, fazendo parte do patrimônio corporativo, deixando de ser simples repositórios de informações. Essa tecnologia exerce a função de ajudar no processo de extração de conhecimento em grandes volumes de dados, seja para tarefas repetitivas de transformação de dados, como para sua mineração.
Tais tarefas podem ser executadas com grande velocidade aproveitando, com mais eficiência, os conhecimentos, encontrando e interpretando padrões nos dados, descobrindo tendências, associações ou perfis neles contidos.
Mas, por incrível que pareça, não é só isso que essa grande tecnologia tem a nos mostrar!
Os Agentes Inteligentes possuem, ainda, habilidades para fazer escolhas, planejar, comunicar-se com outros agentes, perceber, adaptar-se a mudanças, além de aprender através de experiências! Digamos que seja praticamente uma máquina com uma mente humana!
Nós navegamos pela internet e nunca imaginaríamos tamanha complexidade com que nos envolvemos num simples site de pesquisa como o Google que, na verdade, não é nada simples! O Google se utiliza dos Agentes Inteligentes, facilitando cada vez mais nossas pesquisas.
Com o tempo, nós vamos fazendo inúmeras pesquisas e, sem nem mesmo percebermos, o Google vai filtrando sobre o que costumamos pesquisar, criando um banco de dados, identificando o que gostamos, como: tipos de música, esportes, etc.
Se, por exemplo, uma pessoa com seu computador em casa, que só ela use, costuma pesquisar muito sobre a banda de rock Led Zeppelin, depois de certo tempo, se fizer uma nova pesquisa como, por exemplo, “rock”, perceberíamos que algum dos primeiros links de pesquisa estariam relacionados ao Led Zeppelin! Simplesmente, os Agentes Inteligentes têm a capacidade de transformar dados em conhecimento!


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